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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Não deu…mas ano que vem melhora !!!

 

Kaká passou uma semana aqui no RJ e não deu para encontrá-la. Nossos “rádios” não andaram se entendendo em sintonia, antenas e papaléguas.

Julie esteve várias vezes em SP e não deu para coincidir  nossas agenda, correrias, problemas e mais problemas. “Chego na terça”. “Putz, tô indo embora na terça”. “Estou na Zona Oeste”. “Eu estou na Leste”. “Estou indo essa semana”. “Essa semana não dá”.

Prometi ao Wolverine e Juli Ribeiro que daria uma passada em Recife e Porto de Galinhas,  mas não deu e os planos (de um grupo de 8 pessoas)  foram adiados para o próximo ano.

Esse ano não deu para curtir mais uma vez o Sul de Minas Gerais(São Tomé das Letras) com Dabota e a galera de Cambuquira/MG. Ainda bem que tenho registro do ano passado com esses meninos papo-cabeça e cachaça.

PB030010 Dabota/Ronaldo em São Tomé das Letras/MG

Fiquei de ligar para Paulo Tamburro, quando desse uma passadinha na Barra da Tijuca, para batermos uma papo acadêmico-sociológico, mas não deu. Sempre na correria e antenada nos pardais da Avenida das Américas.

Esse ano, por enquanto, só deu para conhecer Murdock no show do Satriani.

DSC05376 Murdock/Daniel no show do Joe Satriani

 

O ano se finda, as lojas já chamam a atenção para o Natal, para época de festas  e tudo o que quero é uma rede preguiçosa para deitar e sem fazer planos para o ano que vem, apesar de já ter alguns destinos traçados na agenda 2009. Mas, até que esse ano deu para me divertir muito – a dois e mais os agregados que curtem a nossa companhia. Foi um ano de paz, união, familia e muita diversão jogando banco imobiliário numa roda de amigos no meio da sala, saraus e algumas viagens a dois (sem agregados).

Falta pouco para o ano terminar e muita coisa ainda para acontecer. SEM PLANOS.

 

image

Ano que vem? Alguns encontros para acontecer, outros desencontros vão rolar…e muitos reencontros para concretizar. Sem planos e deixando rolar.

domingo, 4 de maio de 2008

Declaração de puro amor...

blog28

Eu sempre te Amarei!

Onde estiver estarei,

Ôh meu Mengôôôô!

Tú és time de tradição!

Raça, Amor e Paixão !

Ôh Meu Mengôôô !

 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

O próximo da fila

Não deseje alguém que apenas te olha por causa de seus predicados domésticos, sexuais ou maternais. Você é muito mais do que meros predicados para um outro alguém.

Não chore por àquele cara que não te ligou no dia seguinte ao beijo na boca ou da foda do ano, pois se ele não te ligou nem para te dar um bom dia, então, é porque você não foi tão importante assim para ele. Mas você é importante para alguém que ainda não prestou atenção e que fica encantado toda vez que te vê passar.

Não se apaixone por àquele que quer uma dama intelectual na mesa, uma puta na cama e uma mãe para cuidar dos filhos e que ainda te coibe de crescer. Mas apaixone-se por quem ri das besteiras que você fala, ou dos micos que você paga junto aos amigos, ou pela forma estabanada de você ser. Pois esse sim, é capaz de te amar para o resto de uma vida.

(Beth)

*****

Estava lendo um post de Jullie e comentei mais ou menos isso ai acima. Mentira, comentei muito menos do que queria dizer. Decidi complementar meu comentário por aqui mesmo. Mas, dia desses, escrevi lá no Curral de AP e DM mais ou menos isso também. Mentira! Disse que a fila andava e se o cara não me ligou é porque eu não era tão importante assim. AP acha "a fila anda" uma frase cretina. Concordo e vou mais além - acho cretina e vulgar. Mas o próximo da fila pode ser àquele cara gente boa do texto acima.

...E meu amigo de lindos olhos azuis, trinta e muitos anos, solteiro, lindo, independente, piloto de vôo-livre, dentista...anda suspirando pelos cantos da blogosfera e pensando em pegar o carro e sair por ai pensando na vida e jogando um cadinho de bola com os amigos. E o outro de quase trinta, morenaço, lindo de fazer inveja à Narciso anda doido para poder amar quem o ame. E o outro de vinte e poucos anos...

Ahhh! Mas o coração não escolhe a quem desejar, chorar, apaixonar. Ahhh! Mas tudo passa, a uva passa, o ferro passa e a poupança Bamerindus era uma furada. Mas ter amor-próprio faz um bem danado.

E minha amiga, mais uma vez, cancelou o casamento a poucos meses dele acontecer - não existia tanto amor assim para casar.


sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Acontece I e II

Impossivel colocar um video sem o outro, ambos se completam. Aliás, tem sempre algo que completa algo. Tem sempre um alguém querendo completar um outro alguém. Uma hora dessas qualquer acaba acontecendo. Quem sabe?...Acontece!
A gente sempre complica um cadinho, mas tudo acontece na hora que tem que acontecer.



BASTA! EU ME BASTO.



SERÁ QUE VOCÊ SE BASTA?





domingo, 17 de junho de 2007

Amar é ....


Durante minha viagem meu amigo querido disse que estava cansado de ser só, queria ter alguém, uma namorada do lado dele, alguém que ele amasse de verdade. Ah! Ele está carente de amor. Bem, eu e minha outra amiga comunhamos na nossa opinião e falamos que tudo tem sua hora certa, seu momento exato de acontecer. Para que pressa no alto de seus 20 e poucos anos? - perguntamos. Viva, aproveite e curta cada momento...você está recomeçando e todo recomeço tem um preço, talvez uma boa caminhada nas areias movediças da solidão, na verdade, seja um fortalecimento de seus alicerces como homem, como futuro marido, como pai. E finalizamos dizendo que ele seria um marido sonhado e um pai incondicional. Foi bom ver o brilho molhado nos olhos e o sorriso de menino no rosto de nosso amigo que ao final acordava com nossa intuição sobre o seu destino.

Em tão poucas horas li tanto sobre amor, amores alheios, amores errados, amores sonhados, amores desejados, amores vãos...simplesmente amor. Tantas estórias ricas de sentimentos.

Amor, paixões, desiluções, recomeços, dúvidas, medos, decisões...e alguém, um corajoso alguém, em algum lugar gritou, se libertou e caminha solitariamente em direção a algo que conhecemos pelo nome de felicidade. Onde está? Quem sabe? Mas haverá sempre um alguém seguindo esse caminho e se descobrindo nele. Sabe Adão, a mesma crônica que você escreveu também aconteceu por aqui. Um dia, alguém me ligou de madrugada, só para contar essa mesma estória. O cara esperou a formatura da filha, terminada a festa, ele foi calmamente para casa, arrumou as malas e foi embora. Missão cumprida, vou ser feliz - ele disse. Tá vendo? Tudo sempre se repete, em algum lugar, com outro alguém.

Alguns, não tardiamente, decidiram seguir o caminho sem volta...nunca é tarde. Outros, estão no meio termo, perdidos, tolhidos, ansiosos para partir, ainda aguardando debaixo de chuva o táxi que demora a passar. E há àqueles que ainda suspiram por mudanças, faltando coragem para dar um primeiro passo.

Ei! o telefone toca. Vai atender.
Ei! tem alguém esperando tua ligação, então, vai dizer o que você quer dizer, o que você sempre quis dizer, acho que vai ter alguém que vai querer ouvir.

É muito fácil ser feliz, nem sempre o primeiro passo vem acompanhado de grandes alegrias, geralmente vem com dor, com sofrimento, com tristeza, mas mesmo assim, é fácil. Dá medo? E quem disse que não dá? Mas não custa tentar!

.....
........
...........

Só esqueci de dizer uma coisa: não esquece àquela frase feita. "A felicidade está, na verdade, dentro de você". O resto é consequência dessa linda descoberta. Portanto, não responsabilize ninguém por sua felicidade, pois é um fardo pesado demais para quem a gente ama carregar nas costas. O elixir do amor? É você...


quarta-feira, 11 de abril de 2007

A Morte do Amor



A Morte do Amor
(Alexandre Inagaki)

Todos os dias morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios. Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos. Morre da mais completa e letal inanição.

Todos os dias morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todos os dias morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria do que na prática, relutemos em admitir. Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa. E esta é a lição: amores morrem.

Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição. A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio ensurdecedor depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.

Todos nós fomos assassinos um dia. Há aqueles que, feito Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho-papão. Outros confessam sua culpa em altos brados, fazendo de penico os ouvidos de infelizes garçons. Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime, e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso. Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda com nomes paradoxais como O Amor Inteligente ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo A Paixão Tem Olhos Azuis, difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.

Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos.

Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Estes não querem ser sacrificados, e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos, definhando paulatinamente até se tornarem laranjas chupadas.

Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da 4ª série, ou entre fãs que ainda suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e, pior, da fase havaiana). Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (bah, isso não é amor; amor vivido só do pescoço pra cima não é amor).

Existem, por fim, os amores-fênix. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da TV ligada na mesa-redonda ao final do domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram – teimosos, e belos, e cegos, e intensos. Mas estes são raríssimos, e há quem duvide de sua existência. Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas. Mas não quero acreditar nisso.

Um dia vou colocar um anúncio, bem espalhafatoso, no jornal.

PROCURA-SE: AMOR-FÊNIX
(oferece-se generosa recompensa)


>>>>>>>> Gostei muito desse texto e resolvi colocar por aqui no blog. Ele estava circulando na internet, mas não davam os devidos créditos ao autor. Então, pesquisando daqui e dali, acabei achando um crônica do autor em relação ao plágio da obra, e a categoria para a qual foi promovido - de "autor desconhecido" . Vale a pena ler.

>>>>>>>> Também já matei amor, amores...passantes. Matei, cremei, nem cinzas restaram, joguei tudo no vento. Acho que é por isso que gostei tanto desse texto. Muito bom realmente. Adorei. Mas quem não procura seu amor-fênix? Alguns já o encontraram, não é utópico...podem apostar. O problema é estar preparado para recebê-lo.

sexta-feira, 2 de março de 2007

Quem sabe ?




Oi !
Oi !
Tudo bem ?
Tudo .... e com você ?
Bem. Sua mãe ? Seu pai ?
Estão ótimos ! E os seus ?
Estão bem, também. Tá morando no mesmo lugar ?
Não. E você ?
Tijuca, mais perto do trabalho.
Hummm
E de resto ?
Tranqüilo
Casou ? Tá namorando ?
Não. E você ?
Casei. 2 vezes e me separei as 2. Tô sozinho.
Ahhhhhhh !
Vc está ótima !
Valeu. Você também.
E a faculdade ?
Tá indo. Tive que trancar. Problemas. Resolvi.
Hammm.Você sempre vem aqui, nesse mercado ?
Sim, pelo jeito você também.
As vezes. Pois é ....... bom te ver.
É .... bom te ver também.
A gente pode jantar dia desses, ir ao teatro ? Telefone mudou ?
Talvez, quem sabe ? O de casa é o mesmo. Então tá ... vou nessa.
Tá. Bom te ver mesmo. Você está linda, muito linda
Ham ham
Então tchau, te ligo ainda tenho o número.
Tá bom ..... Tchau


.............. e ele se despede dando um beijo no rosto dela. Eles se afastam .......... ainda se olharam discretamente ....... deram um sorriso gentil .... se despediram com o olhar, mas nunca mais se encontraram.

FIM


"Epaaaaaaaaaaaaaaaa FIM é o escambau ! De repente ele ligou para ela, foram ao teatro, jantaram, tomaram um vinho e acharam que, depois de uns bons anos e um quase casamento no meio, talvez, desta vez, desse certo". Argumentou minha incisiva amiga Mari com toda a propriedade de quem já viveu situação idêntica.

É .... quem sabe Marina ? De repente até deu .... nunca mais vi a Maria Clara e nem o João.