sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Solidariedade à Santa Catarina – Parte II

"Solidariedade, amigos, não se agradece, comemora-se."

(Betinho)

A queridissima Carmen Neves, poetisa e moradora de Criciúma/SC, enviou-me por e-mail um belissimo e  emocionante trabalho feito por Helga Zimmerman, sobre a situação em Santa Catarina. Chama-se “A Tempestade e a Solidariedade”.  Cármem aproveita e diz que está tudo bem na região de Criciúma, cidade onde ela mora.

Assistindo ao vídeo desejei que quando tudo isso passar, espero assistir na TV que emburrece, ler nas páginas virtuais ou nas de papel na banca de jornal  da esquina, uma grande manifestação de solidariedade e cidadania para àqueles que perderam tudo.

- Que as faculdades de direito, os MP´s e Seccionais de OAB no Estado se unam e emitam documentos para àqueles que perderam tudo.

- Que contadores de histórias, voluntários e  Papai e Mamãe Noel apareçam nos abrigos e distraiam as crianças com novos livros, cadernos, canetinhas e briquedos que serão doados. E que elas não cresçam com o sentimento de desesperança nos seus corações pueris.

- Que as indústrias, comerciantes, logistas, camelôs, sacoleiros  de outros estados possam doar material de construção, roupas, remédios, alimentos para que a vida de muitos possa recomeçar.

- Que parte da arrecadação do Natal Sem Fome, que quiçá será rico em doações, siga para Santa Catarina.

- Que as doações de sangue foram recorde em captação.

- Que o Estado e as Prefeituras, enfim, irão planejar suas cidades em plena comunhão e harmonia com a natureza.

Em tempo, vale lembrar que a Defesa Civil no Estado de Santa Catarina, segundo reportagem do Portal G1,  pede que sejam doados preferencialmente os itens abaixo relacionados. Na mesma reportagem tem uma relação de telefones e links de contatos nas principais cidades para que as doações sejam centralizadas e posteriormente enviadas; além de dar dicas de como devem ser procedidos na escolha do material a ser doado. (não deixem de ler a reportagem)

- Água potável
- Alimentos não perecíveis.
- Material de higiene pessoal, como escovas e pasta de dente, sabonetes, absorventes femininos e fraldas descartáveis.
- Produtos de limpeza

A Tempestade e a Solidariedade
View SlideShare presentation or Upload your own. (tags: brazil)

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Solidariedade à Santa Catarina

 

"A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana."
( Franz Kafka )

Dei uma passada no blog do Rayol e resolvi colaborar com o pedido de ajuda ao estado de  Santa Catarina que está sofrendo com a chuva, os constantes desabamentos, inundações.

Hoje de manhã, assistindo ao Bom Dia Brasil, pude perceber o quão grave está a situação nesse belissimo Estado do sul do país. As chuvas já deixaram mais de 75 mortos e mais de 44 mil desabrigados (informações atualizadas). No entanto, a tragédia pode ser maior devido existência de áreas isoladas (agora são oito cidades) e aos desabamentos nas rodovias e nas áreas mais criticas próximas a rios e encostas.

“Santa Catarina pede ajuda. Se puderem enviem roupas, remédios, colchões,  comida, água potável etc através da defesa civil de sua cidade/do seu município. Caso contrário, seja solidário e crie um grupo de arrecadação.”

Eu não acredito em caridade. Eu acredito em solidariedade. Caridade é tão vertical: vai de cima para baixo. Solidariedade é horizontal: respeita a outra pessoa e aprende com o outro. A maioria de nós tem muito o que aprender com as outras pessoas."

( Eduardo Galeano)

Joinville-SC 22-11-08 (Rog%C3%A9rio da Silva)0,,15976894-FMMP,00 

Rayol divulga também o endereço da Defesa Civil de Santa Catarina, caso queiram entrar em contato.

Av. Ivo Silveira nº 2320 - Capoeiras - CEP 88085-001 - Florianópolis - SC
Fone: (48 4009 9816 | 3244 0600 - Fax: (48 4009 9877)
E-mail: dedccodec@ssp.sc.gov.br

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Não deu…mas ano que vem melhora !!!

 

Kaká passou uma semana aqui no RJ e não deu para encontrá-la. Nossos “rádios” não andaram se entendendo em sintonia, antenas e papaléguas.

Julie esteve várias vezes em SP e não deu para coincidir  nossas agenda, correrias, problemas e mais problemas. “Chego na terça”. “Putz, tô indo embora na terça”. “Estou na Zona Oeste”. “Eu estou na Leste”. “Estou indo essa semana”. “Essa semana não dá”.

Prometi ao Wolverine e Juli Ribeiro que daria uma passada em Recife e Porto de Galinhas,  mas não deu e os planos (de um grupo de 8 pessoas)  foram adiados para o próximo ano.

Esse ano não deu para curtir mais uma vez o Sul de Minas Gerais(São Tomé das Letras) com Dabota e a galera de Cambuquira/MG. Ainda bem que tenho registro do ano passado com esses meninos papo-cabeça e cachaça.

PB030010 Dabota/Ronaldo em São Tomé das Letras/MG

Fiquei de ligar para Paulo Tamburro, quando desse uma passadinha na Barra da Tijuca, para batermos uma papo acadêmico-sociológico, mas não deu. Sempre na correria e antenada nos pardais da Avenida das Américas.

Esse ano, por enquanto, só deu para conhecer Murdock no show do Satriani.

DSC05376 Murdock/Daniel no show do Joe Satriani

 

O ano se finda, as lojas já chamam a atenção para o Natal, para época de festas  e tudo o que quero é uma rede preguiçosa para deitar e sem fazer planos para o ano que vem, apesar de já ter alguns destinos traçados na agenda 2009. Mas, até que esse ano deu para me divertir muito – a dois e mais os agregados que curtem a nossa companhia. Foi um ano de paz, união, familia e muita diversão jogando banco imobiliário numa roda de amigos no meio da sala, saraus e algumas viagens a dois (sem agregados).

Falta pouco para o ano terminar e muita coisa ainda para acontecer. SEM PLANOS.

 

image

Ano que vem? Alguns encontros para acontecer, outros desencontros vão rolar…e muitos reencontros para concretizar. Sem planos e deixando rolar.

Mil e Uma Utilidades

 

40665737 Estava lendo (faz tempo) um artigo no Yahoo noticias, da agência EFE que dizia aumentar no mundo o numero de mulheres que acumulam ex-parceiros. Esse artigo  também comenta que no ano de 2008, 33 mil casais se separaram na Espanha e por tabela alguns paises do terceiro mundo começam reformar suas leis no que concerne ao casamento.

Seria uma insatisfação generalizada?

Dia desses conversei com uma amiga sobre esses acúmulos de experiências. Ela  casou com seu primeiro namorado e mantinha uma união de mais ou menos uns dez anos; diria que "aparentemente" é uma união feliz. Enquanto ele estava na cozinha fazendo um almoço especial para ambos, nós conversávamos no  msn. "Isso é bom e é saudável, não quer dizer que trocentas experiências lhe fariam uma mulher mais equilibrada, pelo contrário, muitas experiências acabam por nos tornar exigentes demais, seletivas demais; acabamos fazendo comparações entre fulano e beltrano. Manias e qualidades entrarão sempre na berlinda, estariamos sempre esperando um pouco mais do que experimentamos anteriormente." Estariamos caindo nos nosso próprios vicios e as relações seriam sempre neuróticas demais, doentes demais, vazias demais quando na verdade, você já está tão carregada de vicios que não enxerga o mínimo de qualidade naquele cara, em tese, especial.

Paulo Tamburro, em seu Humor em Textos, escreveu uma boa crônica sobre a mulher moderna. Entre aspas, e me corrijam se eu estiver errada, Paulo quis dizer basicamente o seguinte: perderam o tom. (Quem disse que homem não entende mulher?) E querem saber? Paulo está muitissimo certo - A Nova Mulher se Escreve Com Bom SensoBom senso, a meu ver,  entre ser fêmea, profissional, mulher, dona-de-casa; sem necessariamente viver em eternas frustrações por não ter ficado com o cara que arrepiou os bicos do teu seio quando você tinha 15 anos de idade, afinal, até o vento arrepia o bico do seio, o frio arrepia o bico do seio, qualquer mão que se deseja arrepia o bico do seio; ou por não ter ser realizado de uma forma ou de outra se fazendo de “a coitadinha da vez”.

Sem àquele papo de “tô pegando” o bofe da vez, algumas mulheres querem ser escolhidas por seus predicados físicos, suas bundas empinadas, suas barrigas tanquinho, seus seios turbinados como se eles fossem pré-requisitos para a felicidade eterna. Algumas impõe o tom soberbo intelectual como se isso fosse chamar a atenção do garanhão da tua vida. Vivemos a revolução feminina pós-tchan "põe a mão no joelho, dá uma abaixadinha, vai mexendo gostoso, balançando a bundinha". Esqueceram de usar as mais poderosas armas de sedução: a docilidade, a meiguice, a desproteção própria que toda mulher tem dentro dela. A mulher esqueceu que o cara que te deseja, ao final, não está nem ai para as tuas celulites, ou para os peitos despencando, quando ele gosta...ele gosta mesmo. Homem que é homem, gosta de mulher de verdade. Não estou falando daqueles que adoram viver em eternos cios, estou falando de homem mesmo, daquele cara normal, do dia-a-dia mais normal ainda e que você encontra em qualquer esquina, que te trata como menina, mulher, amante, fêmea e é capaz de ficar te admirando ao te ver se arrumando. É óbvio que você não vai se aproveitar da paixão, do amor que lhe é dedicado e se transformar num bagulho ambulante e saracoteante.

Assisti, algum tempo atrás, uma reportagem sobre as "Amélias Modernas", ou melhor, "Amélias Pós-Revolução Tchan" – como chamo. Mulheres que trabalham, cuidam da familia, da casa e ainda assim são lindas, maravilhosas e inteligentérrimas, sem necessariamente serem chatas no seu egocentrismo diante do espelho nem tão mágico assim. E sentem um prazer imensurável em poderem se dividir em mil – e conseguem. Principalmente quando têm um parceiro do lado, àquele que de vez em quando ou quase sempre dá um up no teu baixo astral, ou no teu cansaço, nos teus resmungos domésticos.caricatura_convite_casamento

O meu “benhê”, que não é nada perfeito, mas é um cara muito legal e divertido,  sempre anda quebrando os meus resmungos de Amélia diante da bagunça que sempre encontro na casa quando chego de alguma viagem.

- Ando tão cansada de lavar roupa, que saco.

- Meu amorzinho, não é você quem lava a roupa…é a máquina. E por falar em máquina, você não achou nada perdido dentro dela com essa sua mania de não verificar os bolsos?

- Tipo o que?

- Tipo dinheiro…

- Não. (mentira!! Uma moedinha aqui, outra acolá, uma nota alta mais adiante…e o cofrinho recheado compensa a bagunça e os resmungos diante da máquina de lavar). Faz o almoço hoje? Ando tão cansada, essas viagens acabam comigo…

- Claro!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

De graça? Até injeção de botox na testa

 

Primeira coisa que fiz ao ler a reportagem foi gritar pela Jussara – a empregada da mamãe. Disse para ela tirar um dia, ainda essa semana,  para fazer um tratamento gratuito que está sendo disponibilizado no RJ para pessoas de baixa renda, promovido pela Sociedade Brasileira de Medicina Estética, no período de 10 a 19 de novembro de 2008.

Afinal, ficar bonita e de graça? Até injeção de botox na testa, vale a pena. E com os grandes mestres da Sociedade Brasileira de Medicina Estética? É claro que vale a pena indicar essa ação super do bem.

botoxLeiam a reportagem no Portal G1

O serviço é uma parceria do Centro de Estudos da SBME e do curso de Pós-Graduação em Medicina Estética da Fundação Técnico-Educacional Souza Marques. Os tratamentos são feitos por médicos, que atuam ainda como professores e responsáveis pela supervisão dos alunos do curso de especialização.

Onde se inscrever?

As inscrições podem ser feitas entre os dias 10 e 19 de novembro, das 8h às 12h. O Centro de Estudo e Pesquisas da SBME fica na Rua General Justo 365, Centro. Mais informações pelo telefone (21) 2215-5647.

E não me venham com àquele papo careta de assistencialismo, pobre precisa de comida na mesa e não de beleza, de crise econômica e coisa e tal. Afinal, nada mais certo do que as sábias palavras de Joãozinho Trinta “pobre gosta de luxo; quem gosta de miséria é intelectual”. 

 

Fonte: Portal G1

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

De Médico e Louco…

 

Doutor_louco! Meu médico ‘psiquiatra’ me deu o texto abaixo para ler numa das consultas que fiz recentemente. Coincidentemente uma amiga me enviou esse mesmo texto por e-mail. Psiquiatra? Como assim, endoidei de vez? Calma povo e pova, vou explicar.

Quase dois anos depois, enfim, resolvi procurar um psiquiatra. Procurei o tal especialista motivada pela ‘descoberta’ ano retrasado de uma ‘depressão e sindrome do pânico’. Quando cheguei no seu consultório e contei todo o histórico, ele resumiu da seguinte forma: “nunca atendi alguém depressivo e com sindrome do pânico tão tagarela, gestual, que adora viajar, dançar, passear, que fala rindo, é feliz no seu relacionamento  e ainda por cima gosta de voar de parapente. Normalmente, em regra, pessoas com essas sindromes têm na casa o seu refúgio, culpam os outros por seus fracassos e você é totalmente o inverso. O que você tem é uma coisa normal em qualquer mulher da sua idade e com assuntos ainda pendentes: frescurite aguda”.

- Frescurite Aguda? Então, mal comecei e já estou de alta? Eu não tenho nada? Jura? E minha tiroide, meus hormônios, meu coração acelerado? Doutor…tenho 40 anos, tenho olheiras e minhas celulites começaram a aparecer.

- Calma! Sou psiquiatra e não psicólogo e muito menos endocrinologista, cardiologista, dermatologista  ou geriatra. Vou te dar um castigo mensal, me visitar. E de vez em quando, pule um axé-music na sala quando for necessário, exercite a velocidade cinco. Continue namorando a vida como você sempre fez que todas essas nóias fantasmagóricas irão passar, se distraia mais.

- Nada de remédios coloridos? Uma indicação à análise? Tô a fim de detonar meu plano de saúde e os benefícios que ele me fornece.

- O melhor remédio e o melhor analista, por enquanto, no seu caso, é você mesma. E você tem consciência disso.

- Mas tenho que voltar? Prá que?

- De repente descubro que você é uma hipocondriaca, dessas que aparecem querendo um remedinho para dormir. Mas, entendeu o texto mocinha tagarela?

- Ham Ham! Então tenho que me acostumar a ser normal?

- Mais ou menos: de médico e louco, todos temos um pouco. Estou há trinta e cinco anos me acostumando a ser médico. Pare de se cobrar que tudo dá certo. Seja o seu amante.

louco 1

QUEM É O SEU AMANTE?**

(Dr. Jorge Bucay - PSICÓLOGO - tradução do original 'Hay que buscarse un Amante)

Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um.  Há também as que  não têm, e as que tinham e perderam.  Geralmente são essas últimas as que vêem ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de  insônia, apatia, pessimismo, crises de choro ou as mais diversas dores.

Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem  perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que  não sabem como  ocupar seu tempo livre. Enfim, são várias as maneiras que  elas encontram  para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.

Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios,  onde receberam as condolências de um diagnóstico firme:  'Depressão', além da inevitável receita do  anti-depressivo do momento.

Assim, após escutá-las a tentamente, eu lhes digo que  elas não precisam de  nenhum anti-depressivo; digo-lhes que elas precisam de um  AMANTE! É  impressionante ver a expressão dos olhos delas ao  receberem meu conselho.

Há as que pensam: 'Como é possível que um profissional se atreva a sugerir  uma coisa dessas?' Há também as que, chocadas,  escandalizadas, se despedem e  não voltam nunca mais.  Àquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte: AMANTE é 'aquilo que nos apaixona'. É o  que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo  que, as vezes, nos  impede de dormir.

O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta. É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida. Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em  alguém que não é  nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e  sensações  incríveis. Também podemos encontrá-lo na pesquisa  científica ou na  literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou  no prazer  obsessivo do passatempo predileto...Enfim, é 'alguém' ou 'algo' que nos faz  'namorar' a vida e nos afasta do  triste destino de 'ir levando'.

*E o que é 'ir levando'? Ir levando é ter medo de viver. É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão,  perambular por  consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos,  afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva. Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje,  fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã*.

Por favor, não se contente com 'ir levando'; procure um amante, seja também um amante e um protagonista... DA SUA VIDA!  Acredite: o trágico não é morrer; afinal a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém. O trágico é desistir de viver; por  isso, e sem mais  delongas, procure um Amante ...

A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu  algo  Transcendental: 'PARA SE ESTAR SATISFEITO, ATIVO E  SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, É PRECISO NAMORAR A VIDA.'

domingo, 2 de novembro de 2008

Divulgando Arte

 

Com as facilidades do mundo virtual e com a chegada das épocas de festas Natalinas e Reveillon, logo  irão chover mensagens via e-mails ou via sites de relacionamentos de  votos Boas Festas. No entanto, muitos de nós, esquecemos até mesmo dos velhos e bons cartões que são vendidos pelos correios e algumas instituição beneficentes que existem. Mandamos mensagens virtuais até mesmo para o nosso melhor amigo ou nosso parente mais próximo quando na verdade sabemos seu endereço e telefone.

Ontem recebi pelo correio cinco cartões de uma instituição chamada Pintores com a Boca e os Pés, localizada na cidade de São Paulo e que existe desde o ano de 1956. Todos os integrantes aprenderam a desenhar e pintar sustentando o pincel com a boca ou com dos dedos dos pés, por terem perdido o uso das mãos. No verso de cada cartão é descrito se a original da gravura foi pintada com os pés ou com as mãos. No site, na página artistas, você vai conhecer todos os integrantes da fundação, suas deficiências e o trabalho que eles aprenderam a desenvolver.

Vale  a pena conhecer o trabalho e apoiá-los na divulgação e na compra de seus cartões, calendários entre outras coisas que a instituição oferece, até mesmo em um trabalho voluntário.

 

Pintores com a Boca e os Pés

Endereço: Rua Tuim, 426 – São Paulo

Telefone: (11) 5051-1008

site: www.apbp.com.br