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quarta-feira, 28 de novembro de 2007

1º de Dezembro - Dia Mundial de Combate a AIDS


O papo é seríssimo, pois a luta contra a AIDS deveria ser diária.

Dia 1º de dezembro é comemorado em todo o mundo o Dia Mundial de Combate a AIDS. Uma epidemia que cresce vertiginosamente e que vitima milhões de pessoas entre: homens, mulheres, crianças e idosos todos os anos no mundo.

A ONU instituiu a data comemorativa em 1987 e o Brasil adotou no ano seguinte. Mas muito mais do que mais uma data no calendário, o Dia Mundial de Combate a Aids, objetiva informar, orientar, prevenir e cobrar de toda a sociedade civil apoio, dignidade e não preconceito contra os portadores do vírus da Aids.


1 - Dados Estatísticos


O Tamanho da Epidemia

A Organização Mundial de Saúde estima que:

* Existam hoje cerca de 30 milhões de pessoas vivendo com HIV/AIDS no mundo.
* Mais de 1 milhão delas são crianças.
* Cerca de 12 milhões de pessoas já morreram desde o início da epidemia em 1981.
* Só em 1997, cerca de 6 milhões de pessoas foram infectadas pelo HIV no mundo.
* A velocidade estimada de crescimento da epidemia é de 16 mil casos por dia.
* No Brasil, estima-se que cerca de 500 mil pessoas vivam com HIV/AIDS.
* Cerca de 130 mil pessoas já tiveram seu diagnóstico de Aids confirmado no Brasil.
* Hoje, a proporção de casos é de 2 homens para cada mulher contaminada. No início da epidemia essa relação era de 20 homens para uma mulher.

No Brasil, segundo o boletim epidemológico que encontra-se disponível no portal Programa Nacional de DST´s e AIDS do Ministério da Saúde, a doença está tendendo à estabilização, mas nem por isso devemos nos descuidar.

"De 1980 a junho de 2007, foram notificados 474.273 casos de aids no País – 289.074 no Sudeste, 89.250 no Sul, 53.089 no Nordeste, 26.757 no Centro Oeste e 16.103 no Norte. No Brasil e nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste, a incidência de aids tende à estabilização. No Norte e Nordeste, a tendência é de crescimento. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil tem uma epidemia concentrada, com taxa de prevalência da infecção pelo HIV de 0,6% na população de 15 a 49 anos."


2 - A AIDS e a mulher

A incidência de Aids entre mulheres está aumentando por uma trágica combinação de fatores biológicos, econômicos e sociais. Os principais motivos, de acordo com médicos, psicólogos e grupos de apoio a infectados, são os seguintes:

A mulher tem dez vezes mais chance de contrair o vírus de um homem infectado do que um homem de ficar doente relacionando-se com uma mulher soropositiva.

Para um homem se contaminar numa relação com uma mulher portadora do vírus é necessário que seu pênis esteja ferido. É muito mais fácil notar o ferimento no pênis – e assim se proteger com camisinha – do que uma lesão interna na mulher, que pode passar despercebida. O esperma contaminado tem uma concentração de vírus várias vezes maior do que a encontrada na secreção vaginal de uma mulher soropositiva. Além disso, o tempo de permanência do pênis em contato com a secreção vaginal é muito menor do que a da mulher em contato com o esperma.

Em geral, os homens comandam a relação sexual, usando camisinha quando lhes interessa. Nos depoimentos aos grupos de apoio a portadores do HIV são comuns as histórias de maridos que tomavam como ofensa a sugestão de usar preservativo. É como se a mulher o estivesse acusando de ser infiel.

Embora não existam estatísticas a respeito, a experiência dos médicos mostra que é grande o número de homens casados, aparentemente insuspeitos, que gostam de uma aventura homossexual de vez em quando. "Eu afirmaria que a maioria dos homens que infectaram suas mulheres foi contaminada numa relação homossexual", declara o infectologista David Uip, de São Paulo.

Muitos casais param de usar preservativos no momento em que consideram que o relacionamento se tornou sério ou quando passam a morar juntos. "Para eles, o preservativo é como se fosse uma formalidade", explica Dráuzio Varella. "É usado na época em que os parceiros se estão conhecendo, mas depois é abandonado." Quem são as mulheres que pegam Aids:

1 - 76% são mães
2 - 71% foram contaminadas por maridos ou namorados fixos
3 - 59% descobrem que estão com o vírus depois que o marido adoece
4 - 51% têm até o 1º grau completo
5 - 41% têm entre 25 e 35 anos 40% trabalham


Fonte de Pesquisa:



CAMISINHAS SÃO DISTRIBUIDAS GRATUITAMENTE NOS POSTOS DE SAÚDE!




SEXO É BOM, MAS COM CONSCIENCIA E RESPEITO PELO PARCEIRO!



- Isso aqui não é blogagem coletiva, é blogagem da Beth mesmo. Mas o Dia Primeiro de Dezembro está chegando e o assunto deveria ser lembrado diariamente por toda a sociedade, deveria ser discutido sem ressalvas dentro de casa, entre os casais, nas igrejas, nas escolas, no trabalho. Pois o assunto é sério, é de saúde pública, de consciência e de respeito com o próximo
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