1 - Dados Estatísticos
O Tamanho da Epidemia
A Organização Mundial de Saúde estima que:
* Existam hoje cerca de 30 milhões de pessoas vivendo com HIV/AIDS no mundo.
* Mais de 1 milhão delas são crianças.
* Cerca de 12 milhões de pessoas já morreram desde o início da epidemia em 1981.
* Só em 1997, cerca de 6 milhões de pessoas foram infectadas pelo HIV no mundo.
* A velocidade estimada de crescimento da epidemia é de 16 mil casos por dia.
* No Brasil, estima-se que cerca de 500 mil pessoas vivam com HIV/AIDS.
* Cerca de 130 mil pessoas já tiveram seu diagnóstico de Aids confirmado no Brasil.
* Hoje, a proporção de casos é de 2 homens para cada mulher contaminada. No início da epidemia essa relação era de 20 homens para uma mulher.
No Brasil, segundo o boletim epidemológico que encontra-se disponível no portal Programa Nacional de DST´s e AIDS do Ministério da Saúde, a doença está tendendo à estabilização, mas nem por isso devemos nos descuidar.
"De 1980 a junho de 2007, foram notificados 474.273 casos de aids no País – 289.074 no Sudeste, 89.250 no Sul, 53.089 no Nordeste, 26.757 no Centro Oeste e 16.103 no Norte. No Brasil e nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste, a incidência de aids tende à estabilização. No Norte e Nordeste, a tendência é de crescimento. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil tem uma epidemia concentrada, com taxa de prevalência da infecção pelo HIV de 0,6% na população de 15 a 49 anos."
2 - A AIDS e a mulher
A incidência de Aids entre mulheres está aumentando por uma trágica combinação de fatores biológicos, econômicos e sociais. Os principais motivos, de acordo com médicos, psicólogos e grupos de apoio a infectados, são os seguintes:
2 - 71% foram contaminadas por maridos ou namorados fixos
3 - 59% descobrem que estão com o vírus depois que o marido adoece
4 - 51% têm até o 1º grau completo
5 - 41% têm entre 25 e 35 anos 40% trabalham
Fonte de Pesquisa:
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- Isso aqui não é blogagem coletiva, é blogagem da Beth mesmo. Mas o Dia Primeiro de Dezembro está chegando e o assunto deveria ser lembrado diariamente por toda a sociedade, deveria ser discutido sem ressalvas dentro de casa, entre os casais, nas igrejas, nas escolas, no trabalho. Pois o assunto é sério, é de saúde pública, de consciência e de respeito com o próximo.